#EuVotoDistrital

Mais poder ao cidadão

Marcelo Tas encontra blogueiros

O movimento #EuVotoDistrital organizou um encontro na Casa do Saber entre blogueiros e twiteiros para falar sobre voto distrital. O encontro contou com a mediação de Marcelo Tas, apresentador do programa CQC.

O evento iniciou com a apresentação do mobilizador Emygdio Neto que falou rapidamente sobre o que é o voto distrital e em seguida explicou como surgiu o movimento #EuVotoDistrital. “Começou em um guardanapo, literalmente” —lembra Emygdio de quando foi criado os princípios do movimento (rede distribuída e comunicação não-violenta). Ele também contou tudo o que já foi feito até hoje e o que os convidados poderiam fazer para ajudar.

Em seguida, Amaury de Souza deu uma aula sobre sistemas eleitorais e voto distrital. Ele entrou em detalhes sobre as diferenças de cada sistema, os benefícios e as razões de adotá-los. O público interagiu, tirando suas suas dúvidas e demistificando as críticas ao voto distrital. Amaury reforçou ainda  em detalhes os principais benefícios do voto distrital como aproximação do eleitor e representatividade para todas as regiões.


Para finalizar, Marcelo Tas deu um show mediando a discussão final sobre o assunto e lançou uma questão fundamental: “O que o eleitor ganha com a adoção do voto distrital?” Em síntese, os participantes concluiram que muda a dinâmica de poder entre poíticos e sociedade, pois com o voto distrital o eleitor tem uma identificação territorial onde de fato existe um representante seu. Desta forma, ele tem mais ferramentas para avaliar e fiscalizar o seu representante, além cobrar um bom trabalho.

Enquanto isso, no congresso…

Em um horário próximo ao do nosso encontro, a comissão de reforma política debatia a lista fechada e o financiamento público. Foi surpreendente ver como a voz de mais de cem mil pessoas —nossos número de apoiadores atual— foi completamente ignorada. Felizmente, não houve consenso na comissão e a votação foi adiada.

Este fato reforça ainda mais a sensação que tivemos no final do encontro: HORA DE AGIR – Todos entenderam que a mudança no Brasil depende de nós. Somos capazes de contribuir e mobilizar nossas redes para que o movimento #EuVotoDistrital se torne tão grande que será impossível nossos políticos ignorarem.

Para reforçar essa sensação, confira abaixo o depoimento de Marcelo Tas sobre o voto distrital:

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05/out | #Eventos #Notícias
  • João Carlos Rodrigues

    É preciso que essas iniciativas aconteçam também em outros estados, no RJ, em MG, na BA, etc etc etc.

  • João Batista

    Ta na hora de fazer uma passeata na paulista já.. Ta demorando…

  • http://www.facebook.com/pablosnr Pablo Ribeiro
  • Walmor

    To dentro galera, vamos pras ruas, vamos fazer esses calhordas ouvirem nossa insatisfação e nosso grito por direito…

  • Fernando De Magalhães

    Diria eu,que idéia tal não é nova.Pois participei de forma ativa,nos anos 80.E até hoje respeito este tema.Resumindo,que se torne Lei,quem manda no paíz é o povo que nele vive.Que se entenda tambem,governo é simplesmente um gerenciador.Nada mais.Parabéns ao Marcelo Tas pela simplicidade,atenção e forma comunicativa.Abç. à todos.

  • Corivaladvogado

    Sou adepto do Voto Distrital e, de consequência, desse movimento. Em meu último artigo no jornal Centro-Oeste, Notícias, de Mineiros – GO.,  falei sobre o movimento em andamento no país e indiquei aos leitores do jornal o site. Foi a forma que pude colaborar até agora. Parabéns pela luta!

  • Leocir Antonio de Moura

    O primeiro passo foi dado…vamos continuar. Passar para nossos vizinhos, amigos, etc….

  • Thiago Lui

    Muito bom!!! estarei com meu cartaz apoiando voto distrital dia 12 em Curitiba!!

    abraço e boa sorte para nós.

  • http://www.facebook.com/ruy.ferreira Ruy Ferreira

    Fiz um protesto do eu sozinho no campus da universidade onde sou professor. Nenhum aluno ou professor deu bola para a ideia. Quem sabe daqui a 50 anos, após o fim da UNE partidarizada e dos sindicatos profissionais membros de partidos políticos haverá espaço para fugir da ditadura do proletariado?

  • Margarete Barbieiri Heinze

    Marcelo Tas, grande mestre…, vamos dar um basta para essa política fracassada e corrupta em nosso país. Eu estou fazendo minha parte e vc?

  • Josecarlosfurlan

    Estou colaborando enviando  a todos os meus contatos .Vamos a luta…..

  • Cleusasilveira

    Cleusa/ Curitiba-PR
    Eu aderi o voto distrital e divulguei este evento, pois acho muito boa a ideia, talvez consigamos diminuir a corrupção, porque pensar em acabar com ela é sonhar demais e não estar com os pés no chão. Eu valorizo muito qualquer iniciativa que traga benefícios e bem estar a povo. 

  • http://www.facebook.com/helio.ribasmicheletto Hélio Ribas Micheletto

    Sou totalmente favorável ao voto distrital por vários motivos: 1º) Aproxima o representante com a Comunidade. 2) Fica transparente a sua atuação. 3) Elimina qualquer possiblidade de corrupção e roubalheira. 4) A prestação de contas fica totalmente exequível. O representante ficará à mercê dos representados. Ou trabalha verdadeiramente para a Comunidade ou nas próximas eleições estará fora. Esse método é por si só, uma verdadeira reforma no Sistema Político Brasileiro. Adeus aos canalhas, covardes, corruptos e ladrões deste insano país. Hélio Ribas Micheletto  -  Jornalista.  -  São José dos Pinhais  -  Paraná.  Acessem: www.portaldosul.org

  • Adelmiromanzini

    Não cancelei assinatura, sou totalmente a favor do voto distrital, continuem…

  • Vilma Rodrigues

    Sou a favor do acompanhamento das ações dos políticos, da prestação de contas á sociedade. O voto distrital seria o caminho e nós devemos acompanhar. cobrar e agir. 12 de outubro temos que estar lá na Av. Paulista e somar nesta marcha. 

  • http://www.facebook.com/people/Vilma-Rodrigues/1617559363 Vilma Rodrigues

    Sou a favor do acompanhamento das ações dos políticos, da prestação de contas á sociedade. O voto distrital seria o caminho e nós devemos acompanhar. cobrar e agir. 12 de outubro temos que estar lá na Av. Paulista e somar nesta marcha. 

  • João Eloi Olenike

    Sou o pai do Thiago Lui, que comentou abaixo. Estou orgulhoso do meu filho, por ter abraçado esta causa. Dia 12 estarei com ele em Curitiba, na passeata pelo voto distrital. Parabéns a todos e nunca esmoreçam, que assim chegaremos lá!

  • Liliam Hamon

    Concordo, também acredito nessa nova proposta. Pode ser até que não vire nada, mas,  todos nós que temos esse conhecimento do que é a política em outros países, podemos vir e postar nossos comentários no sentido de alertar , ou informar os demais para essa monstruosidade que se instalou no congresso brasileiro e em todas as assembléias estaduais, câmara de vereadores. Eu vou mais além, já é hora de voltarmos ao plebiscito pelo sistema parlamentarista. Eu sou parlamentarista e voto distrital.

  • Antonio Britoalmeida

    O voto distrital é a melhor idéia para o momento político que estamos vivenciando. Eu acho que um outro ssunto que deve ser discutido é a quantidade de representantes, se diminuíssemos 20% os representantes no congresso, nas câmeras estaduais, e nas câmeras municipais, terériamos uma economia relevante, para financiar por exemplo a saúde; atente-se que já tem
    municípios pleiteando o aumento da quantidade de vereaores.
    Um outro ponto importante ´que o político eleito não podesse assumir cargo no executivo, uma vez que êle foi eleito para o legislativo.

  • Marcelo Bessa

    Não é o voto distrital que vai resolver o problema da corrupção e muito menos da participação política da população.

    Voto distrital é mais um engodo, mais um golpe para alienar as pessoas da real discussão, que inclui:

    - financiamento público exclusivo de campanha
    - fidelidade partidária (fortalecimento dos partidos)
    - democratização da informação
    - e várias outras…

    Discurso de voto distrital é bobagem. E devemos saber que as mazelas do Brasil se devem também pelo povo na prática já votar distrital. Quem nunca ouviu, principalmente no interior, o discurso de alguém que “votou em deputado que vai trazer DINHEIRO para a cidade ou região”, em quem votou em “amigo”, em “parente”… Não se faz uma nação madura enquanto os eleitores votam enxergando somente o próprio umbigo.

    Não é somente o sistema que precisa de reforma. É O ELEITOR BRASILEIRO QUE PRECISA MUDAR SUA RELAÇÃO COM A POLÍTICA E OS POLÍTICOS. E para isso precisa ser bem informado e não enganado por CQCs da vida.

    O sistema proporcional é o melhor, pois permite a representação de todos os brasileiros. O voto distrital é concentrador, excludente. ISTO É FATO!

  • Marcelo Bessa

    Quanta ingenuidade pensar que o sistema distrital vai fazer mágica. De nada adianta mudar o sistema se o eleitor continuar a não se interessar efetivamente pela política.

    Dá tristeza ver um “jornalista” tão mal informado e, até digamos, infantil em suas colocações.

  • Cintia

    Ocorre que o sistema proporcional não tem dado certo, não é meu caro?  Como qualquer sistema politico, o voto distrital pode sim ter seus defeitos, mas é uma busca pela melhora, neste momento politico, no  qual esse sistema arcaico e empobrecido, não pode mais se segurar.

  • Marcelo Bessa

    NÃO AO VOTO DISTRITAL

    Cara Cíntia,

    É ingenuidade sua achar que o voto distrital significará uma melhora, ou uma tentativa. Mais ingenuidade ainda achar que os problemas atuais e velhos da política são decorrentes do sistema proporcional. Falar isso seria o mesmo que num acidente culpar o “carro” ao invés do “motorista embriagado”. Entendeu? Trocar o carro não adianta, o motorista é que não pode mais dirigir embriagado. Entendeu???

    Todos os problemas da política nascem do desinteresse e/ou desinformação da população. Desinteresse e desinformação fartamente alimentados justamente por aqueles que hoje defendem o voto distrital (Veja, Globo, Instituto Millenium e toda a patotada retrógrada do Brasil). Esse movimento Eu Voto Distrital é patrocinado por essa gente, embora não admitam e venham que essa historinha de que “não temos partido” ou “somos voluntários”. Artigos e matérias na Veja, José Serra já defendeu abertamente o voto distrital… Onde você acha que este movimento encontra dinheiro para fazer camisetinhas, broches, material publicitário??? Divino Espírito Santo???

     Em vez de discutirem as reais causas dos problemas políticos, usam-se do OPORTUNISMO para convencer desinformados de que o voto distrital é melhor. E NÃO É! Significará um retrocesso, a volta do coronelismo arcaico que tanto custamos, ainda hoje, para extirpar.

    Não vai resolver absolutamente nada o voto distrital. Arrisco até dizer que vai piorar.

  • Aloisio Watzl

    É impressionante o desinteresse de nossos políticos. É que com o voto distrital serás possível ao eleitor acompanhar o trabalho de seu deputado (etc.) e cobrar dele as promessas de campanha. Isso eles não querem, pois o que lhes interessa é agir em causa própria ou de grupos econômicos. O Voto TEM de ser distrital.

  • Aloisio Watzl

    Democraticamente, só me resta respeitar sua opinião, embora
    discorde dela totalmente. Com o voto distrital, as campanhas ficarão mais
    baratas, pois o candidato não terá de gastar uma fortuna para se eleger.  Se ele tiver de gastar uma fortuna, ele terá
    de se corromper para agradar seus financiadores. Se ele tiver de se eleger
    apenas com os votos de seu distrito, onde é conhecido pelos moradores, ele não
    precisará gastar tanto e aí poderá ser honesto.

     

    Se alguém fizer uma conta simples somando os salários de um
    deputado durante seu mandato e comparar com o que ele teve de gastar na
    campanha, a conta simplesmente não fecha. Ele terá gasto na campanha muitíssimo
    mais do que ele irá receber durante seu mandato. Como isso é inexplicável, ele
    terá de receber financiamento de terceiros que, com certeza cobrarão dele a concessão
    de vantagens, concorrências fraudadas, etc. Desculpe-me por discordar, mas o
    voto TEM DE SER distrital.

  • Aloisio Watzl

    Democraticamente, só me resta respeitar sua opinião, embora
    discorde dela totalmente. Com o voto distrital, as campanhas ficarão mais
    baratas, pois o candidato não terá de gastar uma fortuna para se eleger.  Se ele tiver de gastar uma fortuna, ele terá
    de se corromper para agradar seus financiadores. Se ele tiver de se eleger
    apenas com os votos de seu distrito, onde é conhecido pelos moradores, ele não
    precisará gastar tanto e aí poderá ser honesto.

     

    Se alguém fizer uma conta simples somando os salários de um
    deputado durante seu mandato e comparar com o que ele teve de gastar na
    campanha, a conta simplesmente não fecha. Ele terá gasto na campanha muitíssimo
    mais do que ele irá receber durante seu mandato. Como isso é inexplicável, ele
    terá de receber financiamento de terceiros que, com certeza cobrarão dele a concessão
    de vantagens, concorrências fraudadas, etc. Desculpe-me por discordar, mas o
    voto TEM DE SER distrital.

  • Aloisio Watzl

    Democraticamente, só me resta respeitar sua opinião, embora
    discorde dela totalmente. Com o voto distrital, as campanhas ficarão mais
    baratas, pois o candidato não terá de gastar uma fortuna para se eleger.  Se ele tiver de gastar uma fortuna, ele terá
    de se corromper para agradar seus financiadores. Se ele tiver de se eleger
    apenas com os votos de seu distrito, onde é conhecido pelos moradores, ele não
    precisará gastar tanto e aí poderá ser honesto.

     

    Se alguém fizer uma conta simples somando os salários de um
    deputado durante seu mandato e comparar com o que ele teve de gastar na
    campanha, a conta simplesmente não fecha. Ele terá gasto na campanha muitíssimo
    mais do que ele irá receber durante seu mandato. Como isso é inexplicável, ele
    terá de receber financiamento de terceiros que, com certeza cobrarão dele a concessão
    de vantagens, concorrências fraudadas, etc. Desculpe-me por discordar, mas o
    voto TEM DE SER distrital.

  • Marcelo Bessa

    NÃO AO VOTO DISTRITAL.

    Caro Aloisio,

    A questão não é só monetária, mas essencialmente de REPRESENTATIVIDADE. O voto distrital é concentrador, cala as minorias, reforça o poder de cacifes políticos locais… Isto é fato, meu caro; é científico e estatístico. Os ”professores” e “entendidos” que dizem o contrário (defendendo o voto distrital) sabem disso, apenas são DESONESTOS intelectualmente porque têm interesses.

    Veja todos os países que adotam distrital. Nos EUA só têm viabilidade os partidos Democrata e Republicano. E a política lá é uma excrescência, basta ver os jornais. Além disso, as campanhas lá são caríssimas, já que é para falarmos em custo de campanha.

    Quer diminuir custos de campanha? Quer que o candidato não fique devendo “favores” a seus “patrocinadores” privados?

    RESPOSTA: então basta apoiar o financiamento público exclusivo de campanha. Todas as campanhas vão ficar mais baratas, vai minorar a promiscuidade entre empresas e políticos, vai aumentar o poder de fiscalização e, além disso, vai dar mais condições de igualdade entre os candidatos (evitando campanhas milionárias, concorrências desleais e a subjugação de projetos pelo dinheiro).

    Mas esta discussão esta “gente” do voto distrital não quer, PORQUE NÃO LHES INTERESSA. Só lhes interessa defender um sistema desastroso (distrital) que os irá favorecer, pois eles têm dinheiro e influência para concorrer na politiquinha de distritos. Estão doidos para voltar o coronelismo institucionalizado.

  • Walter Oliveira

    Só acho ingenuidade demais por parte de alguns que aqui estão comentando, acreditar que o voto distrital elimina todas as possibilidades de corrupção. Quanto pensamento medíocre. A mudança de sistema em si não causará mudanças nenhuma na política. É preciso que os eleitores e os políticos revejam suas posturas.

  • Estevan Raya

    O problema da política brasileira se agravou em 1889 quando um homem foi escolhido a revelia pela elite da capital para da um golpe de Estado e instaurar um regime político bestializante totalmente alheio ao desenvolvimento histórico-social do Brasil. Desde então a política brasileira se resume em três coisas: corrupção, golpe e manipulação.

  • Aloisio Watzl

    Prezado Marcelo,

     

    É muito satisfatório participar de um debate em alto nível
    como o que você está fazendo.

     

    De fato, concordo inteiramente com você quanto ao
    financiamento público de campanhas. É uma vergonha que algumas campanhas sejam
    milionárias (e seus candidatos vençam as eleições) enquanto outras, mais pobres
    não são bem sucedidas. Assim, que fique bem claro, o financiamento público de
    campanhas é algo da maior importância.

     

    Só não concordo com você quando diz que o voto distrital é
    concentrador. Com todo respeito, não consigo entender essa afirmação. Me
    parece, aliás, justamente o contrário, já que havendo muitos distritos, haverá
    uma desconcentração flagrante do poder. Há todavia, um problema intrínseco e
    que antecede tudo isso que estamos falando. É a falta de educação do povo. O
    maior exemplo de que posso me lembrar é o do Collor que se reelegeu
    senador!!!!!

     

    A grande verdade é a que diz que cada povo tem o governo que
    merece. Infelizmente, o Brasil não merece, só que o povo, coitado, ignorante de
    nascença, vota em quem lhe dá uma dentadura ou o uniforme de um time de
    futebol.

     

    Temos de lutar pela educação do povo que é nossa bandeira
    mais importante.

     

    Perdoe-me, mas continuo acreditando no voto distrital.

  • Marcelo Bessa

     NÃO AO VOTO DISTRITAL

    Caro Aloísio,

    Está perdoado, rs…

    Bom, concordamos que o financiamento público exclusivo de campanha é um ponto importantíssimo. Para mim muito mais importante do que perder tempo tentando mudar a casca, enquanto o miolo está podre. Botar a culpa no sistema proporcional vigente é enganar o povo com relação às reais causas da má política.

    Com relação ao voto distrital ser concentrador e excludente, vou explicar:

    O voto distrital torna toda eleição parlamentar em majoritária. Isso é um desastre, pois num distrito irá ganhar APENAS que tiver mais votos. Esse “mais votos” pode ser 80%, 50% ou até 40% da população votante, dependendo das regras adotadas. Isto é um absurdo, pois condena o restante da população, dentro do distrito, a não ser representada.

    Se um candidato ganha com 60% dos votos, isto significa que os 40% de eleitores restantes ficarão sem representatividade ou com representatividade comprometida, pois é claro que o candidato eleito vai querer agradar PRIMEIRO quem o elegeu. Este sistema tende a concentrar o poder nas mãos de quem tem efetivamente chances de ganhar pelo dinheiro e/ou influência. Candidatos de minorias são condenados ao ostracismo, pois já sabem de antemão que não poderão concorrer contra os poderosos. Na Inglaterra é assim, nos EUA é assim. Todo este lixo do sistema distrital.

    No proporcional, MUITO MELHOR, isto não acontece, pois as minorias de várias regiões (ou distritos) podem se unir e somar votos para eleger seus candidatos.

    Por isso o voto distrital é concentrador, pois concentra o poder local nas mãos de poucos, o que acaba contaminando toda a macro-política, seja estadual ou federal.

  • http://twitter.com/kn_ivo Ivo Martorano

    Você tem razão ao afirmar que o sistema eleitoral não vai resolver o problema da corrupção, pois ele é insolúvel, sempre haverá alguém pronto a receber um suborno ou passar por cima de alguma regra. Por outro lado a população é sempre comodista, reagindo em tempo de crise, depois retornando aos seus afazeres.

    Entretanto, lado está enganado sobre a real discussão:

    - O financiamento público de campanha aprofunda ainda mais a profissionalização dos políticos e não vai terminar com o caixa dois, isto é que é iludir o eleitorado!.

    -O que é um partido? Até que ponto alguém deve ser leal a um partido? Quais os partidos que realmente tem consistência ideológica? No nosso Brasil nenhum!

    -Democratização da informação, será que o Sr. concorda com a “Regulamentação dos meios de comunicação” que um certo partido e seu Luminar Máximo propagam?

    -E várias outras: Quais?, Dê o exemplo e prove.

    O ELEITOR BRASILEIRO VAI MUDAR SUA RELAÇÃO COM A POLÍTICA E COM OS POLÍTICOS QUANDO PERCEBER QUE ELE E SUA COMUNIDADE SÃO DECISIVOS EM SUA PRÓPRIA REPRESENTAÇÃO.

    QUE OS POLÍTICOS SERÃO OBRIGADOS A SE DEFRONTAREM DIRETAMENTE COM O SEU ELEITORADO, QUE O ACOMPANHAM E PEDEM CONTAS DE SUAS ATITUDES.

    QUE UMA CAMPANHA POLÍTICA PODERÁ SER FEITA ‘A PÉ’ COM UM MÍNIMO DE RECURSOS DIMINUINDO A INFLUENCIA DOS MARKETEIROS E SEUS CUSTOS ASTRONÕMICOS?

    QUE O POLITICO TERÁ QUE PASSAR O TEMPO DO RECESSO NO SEU ESCRITÓRIO POLÍTICO NO DISTRITO? ONDE ESTÃO OS NOSSOS DEPUTADOS DURANTE O RECESSO, ALIÁS, O QUE É O RECESSO E O QUE ELES ESTÃO FAZENDO DELE?

    O voto distrital ao concentrar a eleição em um distrito concentra a discussão a tópicos específicos, e será eleito aquele que defender o interesse premente do distrito. No mundo real não existe tempo ou recursos para resolver questões menores. A questão de se veicular todas outras questões fica ainda mais facilitada porque com o VD cada distrito será obrigado a ter um diretório local atuante, sintonizado com a comunidade. No atual sistema o candidato aparece, dá uns sorrisos e tapinhas nas costas e some, aproveitando-se do fato que a maioria dos eleitores irão esquecer em quem votou. Seu escritório e DOMICÍLIO estarão longe e daí…

    A última questão é que o candidato deve ter DOMICÌLIO no distrito, aproximando ainda mais o eleitorado, e valorizando mais as comunidades interioranas e as lideranças verdadeiras que ficam abandonadas à própria sorte. Se o Sr. conhece um pouco do Brasil fora das capitais o Sr. sabe a que eu me refiro…

  • Jorge p.fraga

    BOA NOITE.ÓTIMA INICIATIVA.TÔ COM VOCES MAS,
    -QUANDO ELES QUEREM VOTAM SEM “QUORUM”,(POR REPRESENTAÇÃO) QUANDO NÃO QUEREM NÃO VOTAM POR FALTA DE QUORUM.NA VERDADE NÓS ESTAMOS F….ERRADOS.
    -QUANDO A IMPRENSA QUER TUDO ACONTECE.QUANDO A IMPRENSA NÃO QUER NADA ACONTECE.E QUEM FINANCIA A TAL IMPRENSA.
    -E AGORA O QUE FAZER?!
    -DIZEM QUE TIRAMOS O PRESIDENTE COLLOR.MENTIRA.QUEM TIROU O PRESIDENTE COLLOR FOI A FRASE”SE EU PUDESSE FECHARIA O CONGRESSO” O QUE É MAIS FACIL,UM “CARRUPTO TIRAR MAIS DE 500 CORRUPTOS DE AÇÃO OU ESSES MAIS DE 500 COORRRUUUPPPTTTTOOOOSSS TIRAREM UM “CORRUPTO?!?!.BINGO!.
    -CADÊ OS CARAS PINTADAS MINISTRADOS PELA INTELIGENTE IMPRESNSA E BANCADA POR ELES(OS MAIS DE 500)?!
    -HOJE A SITUAÇÃO MORAL E VERGONHOSA DA politica brasieira É MUITO PIOR QUE A DAQUELA ÉPOCA E PARECE QUE ESTAMOS NOS RASGANDO DE RAIVA MAS NÃO NOS MSNIFESTAMOS.
    -VAMOS LÁ COMPANHEIROS,DIGO,DESBRAVADORES “EU VOTO DISTRITAL”.
    UM GANDE ABRAÇO E NÃO SE ESQUEÇAM;EU REPEITO VOSSAS OPINIÕES.
    JORGE PEIXOTO FRAGA

  • Waldemir Gondim

    Não convence. Este raciocínio de que o voto distrital “condena o restante da população … a não ser representada” não pode vigorar porque a população ESCOLHE através da votação quem eles consideram melhor qualificado para representar o distrito. Aliás, esse mesmo raciocínio está muito mais presente no modelo atual que, convenhamos, nem de longe representa os anseios da sociedade.

    Duas coisas:
    1. É absurdo dizer que, pela adoção do voto distrital, o candidato eleito no distrito agradaria “PRIMEIRO quem o elegeu”. Esta ideia de que uns serão mais beneficiados que outros já existe e independe da estrutura política. Prova disso – a um bom tempo – é o maior cuidado do poder público com áreas ricas e o descaso com áreas pobres. Ou seja: não é por causa do voto distrital que esta “predileção” vai ou não deixar de existir. Isto é mais uma questão de princípios e comprometimento do que do modelo de política adotado. O voto distrital é justamente uma tentativa de evitar isso já que, o candidato eleito terá de representar e trabalhar pelo distrito (TODO ELE); para as pessoas que ele conhece ou que conhecem ele. É esta aproximação da população com a vida política que facilita um melhor acompanhamento das decisões para nossa vizinhança, nosso bairro, nosso País.

    2. Chamar de lixo o sistema utilizado em países desenvolvidos e que funciona não faz sentido. Se ele não funcionasse, aí sim você poderia usar como exemplo. Quando diz que “este sistema tende a concentrar o poder nas mãos de quem tem efetivamente chances de ganhar pelo dinheiro e/ou influência”, me vem à cabeça José Sarney, Jader Barbalho, Paulo Maluf, o finado Antônio Carlos Magalhães… Quer dizer: “No (sistema) proporcional, MUITO MELHOR” isto ACONTECE e descaradamente porque Deputados e Vereadores – como esses senhores já foram um dia – praticamente não tem contato com a população, entram num universo paralelo, num micro-Brasil, que deve ser Superdesenvolvido, onde as pessoas recebem um salário muito acima da média mundial e se preocupam mais com a própria imagem no exterior do que com os problemas que seus compatriotas enfrentam. Nossos políticos, da forma que está, NÃO nos representam. Isto, SIM, é fato.*

    Como informado no início do texto, seus argumentos pouco convencem na medida em que eles (ser concentrador e excludente) estão presentes no sistema atual. Mais uma vez, a premissa do voto distrital é tornar o contato da população com a política mais claro e eficiente, já que os representantes eleitos terão, à pricípio, de prestar contas com os REPRESENTADOS, o que significa, TODO o distrito. Repito: REPRESENTADOS, e NÃO APENAS quem o elegeu.

    Por último, descreditar “CQC’s da vida”, referido, aqui, a Marcelo Tas é, no mínimo, de uma irresponsabilidade pueril por não levar em consideração toda a trajetória profissional que esta pessoa dedicou seja como professor, repórter ou apresentador. Não só a opinião de uma pessoa influente, mas as conclusões de todo um fórum tem peso nesta discussão. O senhor vai precisar muito mais do que apenas “xingar muito no twitter” para que seu ponto de vista pese tanto quanto o deles.

    Nota: A expressão “…é fato” está neste contexto de forma pejorativa. O uso frequente dela só tem colaborado para empobrecer o texto de quem a utiliza.

  • Ricardo M.

    De fato o #EuVotoDistrital cumpre um papel importante promovendo o debate e o esclarecimento de idéias e ideais, como os elucidados neste fórum.

    Permaneço acompanhando e compartilho da opinião, creio que unanime, que a origem do cenário em que vivemos é reflexo da educação promovida e mantida pelos que permanecem no poder.

    A quantidade de partidos, os eleitos atuais, os “artistas” eleitos, a falta de cobrança e acompanhamento da população, a educação, entre outros motivos, fornece toda a matéria prima para que o continuísmo permaneça enraizado.

    O voto distrital sinaliza o desconforto sentido e talvez a vontade de encontrar uma variação ao modelo atual. 
    Continuemos acompanhando. Todo debate sadio é válido.
    Parabéns aos envolvidos.

  • Marcelo Bessa

    Caro Waldemir,

    NÃO AO VOTO DISTRITAL

    1 – você deu um ótimo exemplo. Sabe porque Jader Barbalho, José Sarney, o “democrata” ACM (que esteja no lugar onde merece) e outros coronéis conseguiram tanto “sucesso” político? Justamente porque implantaram em seus estados uma eficiente rede de “representantes” (sub-coronéis) locais, com dinheiro e poder para dominar cada cidade ou microrregião. É JUSTAMENTE O SISTEMA DISTRITAL, DE UMA FORMA “NÃO OFICIAL”.

    2 – o voto distrital engessa a representação dos eleitores derrotados nos distritos. Por que será que os EUA é tão conservador? Por que será que os direitos humanos nos EUA são constantemente violados? Por que será que lá outros partidos, fora Democratas e Republicanos, elegem pouquíssimos candidatos? EXPLIQUEM ISSO!!!! PROVEM QUE ISTO NÃO ACONTECE!!!!

    3- o voto proporcional precisa ser aperfeiçoado e não abolido. O sistema proporcional permite a representatividade de qualquer setor organizado da sociedade, mesmo os pequenos.

    4- o sistema distrital favorece oligarquias e destroça as minorias, pois elas (minorias) não têm outra alternativa senão ganhar em seu distrito. No sistema proporcional (MUITO MELHOR), as minorias de vários distritos podem se unir e eleger representantes. SERÁ QUE VOU TER QUE EXPLICAR ISSO ZILHÕES DE VEZES????

    5- o sistema distrital é uma tragédia e não funciona. A democracia nos EUA é uma piada, a não ser para a nossa elite puxa-saco bajuladora. Candidatos vencedores medíocres como Bush são a regra, justamente porque são eleitos pelos conservadores, que TÊM DINHEIRO E APOIO AMPLO DA MÍDIA DENTRO E FORA DE SEUS DISTRITOS. Tanto é assim que políticas progressistas não conseguem avançar lá. É o lixo do sistema distrital.

    6- o CQC é o emblema do “cinismo” da classe média alta e ricos deste país. Criticam, mas não propõem nada. Nivelam tudo por baixo, para daí posarem como moralizadores. Mas pouco a pouco revelam quem são, haja vista os “tropeços” constantes de seus integrantes. Os stand ups do Danilo Gentili e Rafinha Bastos, de tão baixos, já não agradam nem mesmo à elite retrógrada e preconceituosa deste país. CQC NÃO TEM A MENOR CREDIBILIDADE. É DE MAU GOSTO, É IRRESPONSÁVEL, É CÍNICO. Diversão para alienados!!!! Marcelo Tas era muito mais útil no Castelo Rá Tim Bum (desculpe se escrevi errado). E falor isso sem ironia. O programa infantil em questão é muito mais educativo do que o CQC, ainda que tendo ambos públicos com a mesma idade mental. 

    7- não estou xingando ninguém. Apenas estou expondo minhas ideias. Mas eu sei que a democracia, na verdade, INCOMODA MUITA GENTE AQUI. E que a liberdade de expressão só vale para eles, e não para os outros.

    Grande abraço.

  • Marcelo Bessa

    NÃO AO VOTO DISTRITAL

    Caro Ivo,

    O eleitor brasileiro tem vários meios de se aproximar dos políticos. Tem internet, tem e-mail, tem carta, tem a TV Senado, jornais, revistas, protestos. Não faz isso, não acompanha o político simplesmente PORQUE NÃO TEM INTERESSE.

    É ingenuidade, ou falsidade ideológica, pensar que o voto distrital VAI APROXIMAR O ELEITOR DO ELEITORADO. Isto é uma BALELA, UMA MENTIRA. Se o cidadão não tem interesse, não sabe nem o que acontece dentro da própria casa. ESTOU FALANDO MENTIRA???

    A corrupção sempre vai existir, pois faz parte da natureza humana. Mas isto não nos isenta de combatê-la. A mídia, muitos políticos e formadores de opinião são covardes e oportunistas e ficam bajulando cinicamente a população, enquanto defendem seus próprios interesses nos bastidores.

    Somente cidadãos minimamente conscientes (esperar consciência plena é utopia) podem construir uma sociedade mais justa e sólida. E não é mudando para o sistema distrital que vamos conseguir isso. Pior, será um grande retrocesso pelos motivos que já cansei de explicar.

    - Financiamento público exclusivo de campanha pode não terminar com o Caixa 2, para vai dificultá-lo absurdamente. Será um passo gigante contra a promiscuidade entre empresas e políticos. Pela simples razão de todos sabermos quanto cada campanha custou, e impedir campanhas milionárias. O que passar disso é Caixa 2, é dinheiro sujo!!! SIMPLES!!!!

    - Se os partidos estão fracos e sem ideologia, devemos fortalecê-los, e não enfraquecê-los ainda mais. O voto distrital enfraquece o pluralismo partidário, reduzindo a representatividade a dois ou três partidos ricos e hegemônicos. Como pode um país de 200 milhões de habitantes ser representado apenas por 2 ou 3 partidos, como nos EUA? É ABSURDO.

    - Os partidos e o governo são um reflexo da sociedade. São efeito e não causa. Se no Brasil os partidos não representam idealogia, como você diz, isto é porque a população no fundo não tem uma linha de atuação. Conhece seus problemas, mas não têm fundamento ideológico para enfrentá-los. Este é o debate que os “formadores de opinião” deveriam estar empreendendo, e não perdendo tempo com esta bobagem retrógrada de voto distrital.

    - Sim, sou a favor da regulamentação da comunicação. Médicos têm conselho, juízes têm órgão fiscalizador, dentistas, contadores, funcionários públicos… Por que jornais e jornalistas não??? SÃO MELHORES??? A Constituição lhes confere status de “intocáveis”, ao acima de qualquer suspeita?

                          SOU A FAVOR DO DIPLOMA para jornalista (pois é preciso formação humana específica para saber das responsabilidades da comunicação de massa)

                          SOU A FAVOR DA REGULAMENTAÇÃO DA COMUNICAÇÃO, para evitar inclusive que 8 ou 9 famílias ricas detentam mais de 90% das mídias do país. É muito poder nas mãos de poucos. Precisamos DEMOCRATIZAR a informação no Brasil. Nossa democracia já perdeu muito por dependermos da hipocrisia, omissão e inverdades de meia-dúzia de “intocáveis”.

    Suas palavras:

    “O voto distrital ao concentrar a eleição em um distrito concentra a discussão a tópicos específicos, e será eleito aquele que defender o interesse premente do distrito.”

    Este é um ponto importante e reafirma o que eu digo do voto distrital: reduz as discussões nacionais a questões meramente locais. Os problemas estritamente locais de um distrito devem ser resolvidos por prefeitos e vereadores, e não por deputados estaduais ou federais. Não podemos levar para o Congresso Nacional discussões locais, mas demandas amplas da Nação. Por exemplo, discutir a situação de uma estrada local. ISTO NÃO É DISCUSSÃO PARA O CONGRESSO NACIONAL. Isto é discussão para prefeitos e vereadores. Agora, discutir uma política nacional de transportes, AMPLA. ISTO É DISCUSSÃO PARA O CONGRESSO NACIONAL.

    Entendeu, Ivo?

    O voto distrital vai instituicionalizar ainda mais o Congresso, por exemplo, como um balcão de emendas parlamentares, um balcão de negócios, onde cada um vai querer agradar a seu curralzinho eleitoral. Discussões nacionais darão lugar a discussões provincianas, arcaicas, menores…

    Hoje, nos recessos parlamentares, a maioria de nossos políticos estão em seus  currais eleitorais, bajulando seus eleitores e/ou puxando saco de seus patrocinadores. E isso vai aumentar ainda mais com o voto distrital. Entende isso também?

  • http://twitter.com/OExtensario Alexandre Mattos

    Distrital ou semi-distrital, o caminho é por aí. Tem gente que minimiza a importância da reforma política mas, como já dizia Mcluhan: “o meio é a mensagem”. Ou seja, o voto distrital não é só o meio, como muitos pensam, mas a própria “mensagem”. Pra ficar mais explicadinho: a qualidade da informação (prática e teórica) que temos sobre os candidatos é que determina a natureza, a qualidade do seu mandato. Logo, nada mais apropriado que aprimorar essa informação lançando mão de tudo que puder ser feito nesse sentido. Então… voto distrital neles !

  • Marcelo Bessa

    NÃO AO VOTO DISTRITAL.

    - Argumento fraco de quem defende o voto distrital:

    “O voto distrital vai permitir maior controle do político eleito pelo eleitor. Graças à proximidade entre um e outro”

    -  A verdade:

    Se proximidade garantisse maior controle, os vereadores e prefeitos seriam os políticos mais bem controlados do país, POIS MORAM, VOTAM, ANDAM, DIRIGEM, COMEM E DORMEM na mesma cidade que seus eleitores.

    Agora eu pergunto: quantos eleitores do Brasil conhecem e acompanham a atuação de seus vereadores e prefeitos? ALGUÉM ARRISCA UM CHUTE??? Quantos cidadãos brasileiros participam de reunião de condomínio???

    Muitos poucos, não é verdade?

    Pois é, mais um argumento infantil que cai por terra.

    O povo controla e fiscaliza o político QUANDO TEM CONSCIÊNCIA POLÍTICA, portanto não adianta mudar para voto distrital, se a cabeça do eleitor não mudar.

    VOTO DISTRITAL É ENGANAÇÃO!!!!

  • João Borges Filho

    Este senhor pensando assim, não parece ser um eleitor comum, um cidadão a mais como eu, mas um privilegiado pelo nosso sistema eleitoral, viciado e corrupto. Sem dúvida, qualquer desinformado pode entender que o voto distrital não será uma panacéia para tantos problemas políticos, acumulados em quase quinhentos anos pela falta de educação, e mais mobilidade política por parte da maioria do povo brasileiro. Mas será sim, felizmente, um grande avanço para a melhoria do nosso sistema eleitoral, abrindo assim o espaço para mais desenvolvimento, fiscalização e respeito ao voto do cidação da nossa jovem democracia. João Borges Filho

  • Marcelo Bessa

    Senhor João Borges,

    Isto é o máximo que consegue? Que falta de argumentos! Em vez de me desqualificar, poderia ouvir do senhor uma real e inteligente defesa do voto distrital.

    Mas faltam argumentos, então o que fazer?

    Grande abraço.

  • Lucasgarcia

    Cara chato esse Marcelo Bessa. Deve ser mais um membro da PaTrulha contra um sistema que vai contra o plano de poder dos corruptos.

  • Marcelo Bessa

    Para cérebros de ervilha só resta chamar quem não lhe agrada de bobo, feio e chato.

    Esse é o tipo de gente desqualificada que FELIZMENTE “engrossa” as fileiras do voto distrital.

    Realmente a oposição é muito incompetente. Nem criticar sabe. Aí parte para os adjetivos infantis.

    NÃO AO VOTO DISTRITAL.

  • Bernardo Alencar

    Por um acaso você é louco?

  • Marcelo Bessa

    NÃO AO VOTO DISTRITAL

    Caro Bernardo,

    Se ser louco é buscar ouvir os lados envolvidos para então formar uma opinião própria (mesmo que vá contra o que a mídia diz – lê-se Veja, Globo e curriola), então eu sou louco.

    Agora, melhor ser louco por ter informação e opinião do que alienado manipulável, ou o tolo útil, como muitos desta lista.

    Curioso, todos me criticam, mas o máximo que conseguem contra mim são adjetivos infantis ou acusações levianas. NINGUÉM EFETIVAMENTE ARGUMENTA, DEFENDE SEU PONTO DE VISTA.

    Você, Bernardo, é capaz de argumentar? É capaz de PROVAR que o voto distrital é melhor, com suas ideias e opinião próprias? Parece que não. Então você é “normal” nesta lista. Nesse nível eu prefiro continuar sendo louco e argumentar.

  • Macedo Arnaldo

    É isso aí
    Chegou a hora de agir.
    Não temos mais como admitir um sistema que governar e sinônimo de mentir.
     

  • http://www.facebook.com/andreha.matos M Andrea Matos

    ENQUANTO VOCÊS FICAM ATACANDO O EFEITO AO INVÉS DA CAUSA, NADA MUDARÁ…
    MUDEMOS ESSE SISTEMA CENTRALISTA E ARCAÍCO  PARA O FEDERALISMO.

  • Valdeciofrancisco

    Valdecio Francisco
    O eleitor precisa deixar a sua zona de conforto, e ter conciencia que nos temos
    poder para mudar o quadro da política nacional e estadual, basta abraçar idéias
    como o “EUVOTODISTRIAL”, para que possa acompanhar as ações do seu
    representante no poder legislativo.

  • Pedro Sezo Borges

    Marcelo Bessa não é louco. Eu estava muito a favor do voto distrital. Li os argumentos dele e fiquei com muitas dúvidas. O que está havendo??? Por que não há debates???
    Lembram do filósofo: Não concordo com nada do que dizes, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las.

  • Pedro Sezo Borges

    Bessa, também não dá para um Doutor Enéias ou um Tiririca da vida eleger ele e mais alguns. Tem que revisar isto aí. No mais, valeu, você é um brigão de primeira.

  • Marcelo Bessa

    NÂ AO VOTO DISTRITAL.

    Caro Pedro,

    A democracia não é perfeita, mas acredito ser a menos injusta e portanto melhor opção.
    Acho que qualquer pessoa, filiada a um partido, pode ser candidatar e ser eleita. Independente se é palhaço, analfabeto ou até mesmo um radical de direita (este último caso do Enéias). Desde que não pregue ideias racistas, de ódio, preconceitos e etc… Um analfabeto pode ser um excelente deputado, pois política não é questão puramente de saber ler ou escrever, mas de compromisso. Para ser deputado basta ter compromisso, interesse, vivência e ideias que tornem a sociedade melhor. Para escrever e botar isso no papel existem os assessores. Não acredito no Tiririca pelo fato de ele ser ou não analfabeto, mas pelo simples motivo de que ele não apresentou NENHUMA proposta concreta enquando candidato. Mas isso candidatos muito letrados também não fazem, ou seja, não apresentam nada. São melhores que o Tiririca???? 

    Querendo ou não, políticos como Tiritica e Enéias representam a população, que os elegeu e endossou, com os mais variados motivos. É a vontade sagrada da população. E a população que arque com as consequências.

    Sempre que alguém reclama de política para mim, pergunto em que ela votou. Muitos não se lembram nem do vereador que votou em sua cidade. Por isso eu acho que voto distrital é uma balela. O problema não está na “PROXIMIDADE FÍSICA” do eleitor com o político e SIM DO INTERESSE DO ELEITOR PELA POLÍTICA.  Hoje com internet, TV, rádio, redes sociais e etc é muito fácil você acompanhar o desempenho de qualquer parlamentar em Brasília, por exemplo.

    O pensamento deste pessoal do voto distrital é tão arcaico que eles esquecem estas novas tecnologias. OLHAM PARA TRÁS PORQUE QUEREM O ATRASO. ESTÃO DESESPERADOS PORQUE ESTÃO PERDENDO O PODER NO VOTO. AÍ QUEREM MUDAR AS REGRAS E VOLTAR COM OS CORONÉIS LOCAIS.

    VOTO DISTRITAL É A VOLTA DOS CURRAIS ELEITORAIS, SIGNIFICA A MORTE DAS CORRENTES MINORITÁRIAS EM CADA DISTRITO.

    Isto é fato, meu caro Pedro. Olhe os EUA, olhe a Inglaterra… Um fiasco. Voto distrital é isto.

    Grande abraço,

    Marcelo

  • Marcelo Bessa

    NÃO AO VOTO DISTRITAL.

    Caro Pedro,

    As pessoas hoje estão acostumadas a seguirem o que está pronto e confortável. Dificilmente têm ideias próprias. Não questionam, não duvidam… Por isso as pessoas hoje estão tão burras, apesar do acesso magnifíco que temos à informação. A TV, a Globo, o Marcelo Tas pensam por estas pessoas que, quando são questionadas, não têm argumentos próprios. Resta o silêncio. Caem como inocentes em argumentos demagógicos, que expressam suas angústias e revoltas, mas dão soluções ERRADAS.

    E agora apareceu este discurso fácil do voto distrital. Então eles acham que basta colocar pessoas importantes defendendo, a grande mídia e MUITO DINHEIRO para engambelar os tolos úteis.

    Quem não acredita em mim, basta olhar os EUA, ícone do voto distrital.

    1) lá só existem dois partidos viáveis, QUE NÃO REPRESENTAM A DIVERSIDADE SOCIAL AMERICANA;

    2) a população, apesar do voto ser distrital, não acompanha os políticos (QUE GOVERNAM DESCARADAMENTE PARA E PELOS RICOS, com exceções, óbvio). Mas a população começa a se revoltar contra isso, haja vista o movimento Ocupe Wall Street;

    3) o Bush Jr. foi eleito mesmo tendo menos votos absolutos (a aberração do voto distrital permite isso);

    4) o país não avança, pois renegou praticamente todas as políticas progressistas (o império está ruindo, literalmente);

    5) movimentos sociais a favor do aborto, da união entre homossexuais, das pesquisas com células-tronco, da maior taxação dos ricos… NÃO TÊM VOZ, justamente porque a política americana está engessada em visões de políticos religiosos e elitistas, muitos deles FUNDAMENTALISTAS. Esta política pequena é fomentada no seio de distritos conservadores, que castram os movimentos sociais legítimos em sua origem, inviabilizando uma representatividade nacional. Cada um de nós pode até discordar do aborto (eu apoio), por exemplo, mas seus defensores não podem ser calados, nunca. Eles têm o direito de se organizar e tentar mudar.

    E vários outros aspectos. É fato. Basta comparar e pesquisar.

    Abraço,

    Marcelo

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