#EuVotoDistrital

Um movimento nacional e apartidário para mudar a política brasileira.

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mais fácil escolher seu representante

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Por que assinar?

O Voto Distrital nunca vai acontecer se depender só dos políticos. Esta mudança precisa do envolvimento de toda a sociedade.

É isso que estamos construindo. Queremos reunir uma rede de pessoas que querem ver esta mudança no país. Só assim poderemos aprovar, de forma inédita, uma reforma política proposta pela sociedade civil.

Sua assinatura, mais do que uma simples declaração, representa a sua entrada no Movimento #EVD.

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Se não está convencido das vantagens do Voto Distrital, pedimos que acesse a nossa biblioteca e pesquise à vontade. Se ainda tem suas dúvidas, não hesite em enviá-las para nós.

Entenda

entenda melhor o voto distrital

como funciona

 
Os estados e cidades são divididos em pequenas regiões, os distritos, com aproximadamente o mesmo número de eleitores. Em cada um desses distritos é eleito apenas um representante.
Por exemplo: o estado de São Paulo tem 70 deputados federais, com o voto distrital, o estado seria dividido em 70 distritos, cada um elegendo o seu próprio deputado.
Assim, você pode votar em alguém que você conhece de verdade. Alguém que sabe das suas necessidades, porque está perto de você e do lugar onde você vive.

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VANTAGENS

 

voto direto para deputados e vereadores

Hoje, você vota em um, mas seu voto pode beneficiar outro. Para se ter uma ideia, menos de 8% dos deputados federais foram eleitos com voto direto, ou seja,

dos 513 deputados federais, apenas 38 se elegeram exclusivamente com votos próprios.

 
Pode não parecer, mas o sistema atual provoca graves distúrbios à representação, elegendo candidatos com poucos votos e deixando de fora candidatos muito expressivos.
Com o voto distrital, acaba a distribuição de votos dentro do partido ou da coligação. Você sabe precisamente para quem vai o seu voto. Assim, elimina-se de quebra a candidatura de celebridades como puxadores de voto para legenda.

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aproximação entre cidadãos e políticos

Você já tentou se comunicar com o seu representante? Com o modelo atual é quase impossível, pois, de um lado, o político não sabe quem o elegeu, do outro, a população não se lembra em quem votou.
O atual sistema é tão complexo que, passados quatro anos,

71% dos eleitores já não se lembram em quem votaram.

 
Isto porque o político não tem motivos para cultivar vínculos com o seu eleitorado.
Ele não precisa da sua aprovação para se reeleger, pois pode buscar votos em outros lugares.
Ao definir quem representa quem, o voto distrital estimula o representante eleito a prestar contas à população, pois sem esta comunicação, ele corre o risco de não se reeleger.
O voto distrital facilita não apenas a comunicação dos cidadãos com seus representantes, mas também estimula a participação das pessoas na vida política. O atual sistema é tão complexo que, passados quatro anos, 71% dos eleitores já não se lembram em quem votaram.

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Mais fácil fiscalizar e cobrar os políticos

Hoje temos 513 deputados federais, 1.059 deputados estaduais e mais 56.810 vereadores.

 

Quantos destes você fiscaliza? A quantidade é tamanha que fica impossível acompanhar o processo legislativo. Ninguém sabe quais projetos estão em pauta, a não ser que a imprensa o divulgue. Ao se definir um representante específico para cada região, fica mais fácil para a população fiscalizar e cobrar o seu político. Cada distrito cumprindo o seu papel permite à população inteira ter maior controle sobre os políticos.

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custos mais baixos de campanha eleitoral

O Brasil tem as campanhas eleitorais mais caras do mundo.

 
Além de demonstrar a enorme influência que certas empresas têm sobre a política, isso é também um reflexo do quanto nossas campanhas dependem do marketing eleitoral e ignoram o debate de propostas.
Com o voto distrital, como o candidato não precisa percorrer todo o estado (ou cidade) atrás de votos, os gastos de campanha diminuem. Campanhas mais baratas refream a corrupção e abrem chance para a eleição de lideranças locais.

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quero ver mais vantagens

Estímulo à redução de partidos

No sistema distrital, partidos que quiserem eleger muitos representantes terão que ganhar eleições em vários distritos. Só partidos com maior enraizamento na sociedade terão condições de eleger mais deputados ou vereadores. Não haverá lugar para os partidos de “aluguel” ou para pequenas legendas que só sobrevivem em coligação com os grandes partidos.
O voto distrital criará um sistema partidário mais forte, um poder legislativo mais coeso e uma nova dinâmica de governabilidade. Os partidos, grandes ou pequenos, enfrentarão o saudável desafio de atrair a população para suas causas, exercendo na prática o que dizem acreditar.

Fortalecimento de partidos

O voto distrital aumenta o contato entre políticos e eleitores, colocando a agenda legislativa mais próxima dos desafios e necessidades da sociedade. Com isso, aumenta também a credibilidade das instituições partidárias e do Legislativo.
Para crescer, os partidos deverão apresentar candidatos viáveis nos distritos e ter mais conhecimento sobre os anseios e as necessidades da população. A relação entre partidos e sociedade se fortalece e ganha maior coerência.

Fortalecimento do Poder Legislativo

A função do Poder Legislativo é representar a população. Fortalecer a relação representante-representado pelo voto distrital significa fortalecer o Legislativo.
A aproximação entre os eleitores e seus representantes torna o Poder Legislativo mais autônomo face ao Executivo, contribuindo para o equilíbrio entre os três Poderes.

Nova dinâmica de governabilidade

O adensamento das relações entre representantes e representados promove uma nova dinâmica de governabilidade. Os projetos de lei, que hoje são preponderantemente elaborados pelo Executivo, passarão a ser cada vez mais de iniciativa dos legisladores, refletindo mais de perto os interesses da população.

 

Resposta a Críticas

 
Quando se fala em Voto Distrital, é possível ouvir alguns contra-argumentos. O que é ótimo, pois senão não haveria debate. Para você que quer se inteirar da conversa, o #EVD selecionou respostas às principais críticas. Lembrando sempre que, em caso de dúvida, estamos abertos ao debate; basta enviar a sua mensagem na parte inferior deste site.
 

Curral Eleitoral

O curral eleitoral é conhecido como a área de influência de um político com ramificações em vários aspectos da sociedade desse local, tanto econômico como político. É associado aos “coronéis” – do coronelismo, não dos militares – ou “caciques”, que geralmente têm vários mandatos proporcionados pelos votos de uma mesma região, seja para a Camara dos Deputados ou para a Assembleia Legislativa.
Pelo atual sistema, o proporcional de voto aberto, outros políticos não têm interesse em adentrar para valer o curral eleitoral do “coronel” porque todos os candidatos podem pedir votos em todo o estado ou cidade, então a disputa nesse feudo é pequena.
No voto distrital, no entanto, o curral eleitoral passa a ser cobiçado por outros candidatos, inclusive políticos de vários outros partidos, porque aquele distrito onde fica o feudo representa um cadeira no legislativo, e nenhum partido grande vai deixar de disputar esta cadeira.

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Bipartidarismo

Um dos mitos, ou dizendo claramente, uma das mentiras propagadas contra o voto distrital é que este gera o bipartidarismo, quando apenas dois partidos têm votos suficientes para elegerem representantes no Congresso Nacional. Neste caso, existem apenas o partido da situação e o partido da oposição, conforme o resultado das eleições.
O fato, que muitos preferem ignorar, é que o sistema político de governo precede o sistema eleitoral de representação. Nos EUA, o bipartidarismo foi adotado em decorrência do sistema presidencialista criado no país, desde o início, por seus pais-fundadores. Na Inglaterra, por outro lado, o “bipartidarismo”, tem origem na própria divisão da sociedade britânica ao longo dos anos, entre conservadores e liberais. Países como a França, que adotam o voto distrital há um bom tempo, tem pelo menos nove partidos fortes com cadeiras na Assembleia Nacional.

Artigo Completo

Subrepresentação de Minorias

No voto distrital, o deputado precisa ter a representação da maioria do população de seu distrito. E cada distrito é diferente do outro, cada região tem demandas diferentes e que devem ser representadas por seu deputado.
Um distrito eleitoral com grandes indústrias automobilísticas e seus sindicatos pode facilmente eleger um representante sindical, enquanto um distrito de cidades no meio de uma floresta pode eleger um ambientalista. Um distrito em uma área mais pobre poderá eleger um representante fortemente comprometido com a erradicação da pobreza. Já uma região com várias fazendas de produção agrícola poderá ter um deputado ligado as questões rurais. Essas são as representações da população de cada local.
Ter um eleitorado delimitado em uma região não deve impedir que deputado defenda bandeiras de problemas nacionais como a educação, a saúde, o transporte, a alimentação, o emprego, enfim, áreas que beneficiam toda a população.

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“Sou inteiramente favorável
ao voto distrital. Com ele,
você passa a eleger
alguém cujo trabalho
você conhece”

- joaquim barbosa

 

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Emygdio Carvalho

Emygdio Carvalho, 28 anos, é formado em Administração Publica pela Fundação Getulio Vargas (FGV-SP), com foco em Reforma do Estado e Análise de Poder, e graduado pela Georgetown University (EUA), pelo Global Leadership Program. Com experiência em Gestão Pública, já trabalhou em governos de São Paulo e Minas Gerais.
Ligado a causas sociais foi co-criador e facilitador do Movimento Oásis Santa Catarina, reunindo mais de 10 mil pessoas (online e offline) para ajudar na reconstrução de comunidades atingidas pelas enchentes de 2008. Após a mobilização, ações semelhantes se replicaram em mais de 70 comunidades no Brasil e no mundo. Emygdio é também um dos fundadores do Instituto Tellus, com foco em inovação em políticas públicas.
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Ricardo Borges Martins

Ricardo Borges Martins, 26 anos, é formado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), com foco em
Cultura Política e Tendências Democráticas, e pós-graduado em Filosofia com especialização em Argumentação e Influência Social pela Université d’Aix-Marseille – França.
Em seu Master Profissional, dedicou-se ao estudo de campanhas de mobilização, com o objetivo de analisar as contribuições do engajamento público à construção de uma democracia mais acessível e participativa.
Em busca de fortalecer o interesse por causas públicas, Ricardo já atuou nas áreas de educação, engajamento comunitário e empreendedorismo social. Em 2012, foi co-criador da campanha Urna Limpa, que mobilizou mais de 700 pessoas em 18 cidades do país para protestar contra os abusos do marketing eleitoral.
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Sem falar da contribuição inestimável dos nossos fantásticos prestadores de serviço

 

O que queremos

Acreditamos que a maior fonte dos nossos problemas políticos está no abismo entre os cidadãos e seus representantes.

É com base nisso que defendemos o voto distrital como o primeiro passo em direção a uma política mais participativa, em que os cidadãos tenham instrumentos simples e diretos de orientar o processo político.

O voto distrital, ao estabelecer um vínculo claro entre representante e representado, aproxima a população da política. Com esse sistema em vigor, o cidadão é mais ouvido e tem mais poder para fiscalizar de perto o político eleito.

Não somos ingênuos. Reconhecemos que o voto distrital não é a solução da Democracia: a adoção de um sistema não resolverá todos os problemas da política. O voto distrital é apenas um modo de tornar os problemas mais solúveis.

Queremos a aprovação dessa mudança no Congresso Nacional.

O que não somos

  • Um partido político;
  • Uma ação de governo;
  • Projeto de uma empresa;
  • Movimento de esquerda ou direita;
  • Um grupo de políticos;
  • Associação de classe;
  • Igreja ou religião.

Quem nos financia

O #EVD não recebe nenhum tipo de incentivo ou apoio financeiro de órgãos públicos, incluindo empresas públicas, e não aceita contribuições de partidos políticos ou representantes eleitos.
Uma das maneiras de nos ajudar é adquirindo nossas camisetas e fazendo doações.

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